quarta-feira, 1 de junho de 2011

Perguntas ao vento

Lembra daquela música que ninguém mais lembrava? Do que ela falava? De amor e de paz? De guerra e de dor? E aquela triste voz que ouvira vindo daqueles corredores escuros e vazios? São de corações cujas almas já foram tomadas pelas amarguras de uma vida que se foi? Oque foi levado quando você decidiu olhar e enxergar o mundo? Sua liberdade? Seu poder? O que faz sentido nesse mundo? Isso faz sentido para você? O que faz sentido para você? Simples palavras? Perguntas que ninguém pode responder? Ou somente a sua pacata vida? Você entende sua vida? Você entende seus pais? Você entende seus amigos? E os políticos? É mais fácil entender um animal errante ou um ser humano errante? Que diferença tem? Você pensa nas coisas mais simples da vida? O que dizia aquele vento que soprou na sua janela? Ele dizia de onde ele veio? E pra onde ele vai? Você sabe de quem é aquela voz que pediu uma moeda? Você viu de onde ela vinha? Ou somente olhou para o céu e viu que estava um dia chuvoso e frio? A chuva é má? Porque quando chove, reclamam do frio? E quando faz sol, reclamam do calor? Você está satisfeito com o mundo? Você está satisfeito consigo mesmo? Está satisfeito com seu vizinho? O que está satisfatório na sua vida? Você é feliz? Você faz alguém feliz? Já sorriu hoje? Você não acha que as perguntas são como o doce mel de uma abelha? Por quê não? Perguntas são chatas? Aquelas mesmas perguntas que são donas delas próprias até alguém se apoderar delas? Por que está lendo ainda? Por quê? Por quê? Não existem respostas? ou você não gosta de acha-las? Quer mais perguntas? O que acha de perguntar a si mesmo?

Nenhum comentário: