quinta-feira, 25 de agosto de 2011

O tempo, em seus três modos.

Como se estive perdido naquelas horas.
Horas, que nem você sabe quais são.
Não é de manhã, não é de noite, mas também não é de tarde.
Não sabe onde está, nem o que faz ali, parado.
Esperando a próxima chuva, para sentir que está vivo...













... ou esperando o sol para achar um caminho.


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